Por volta do ano de 1950, começou a formação de Sédia Nova, depois Vila Nova, hoje Guarujá do Sul, com a vinda de colonos do Rio Grande do Sul, de origem alemã, italiana e cabocla. O principal motivo da vinda desses imigrantes era a madeira (pinho) e a criação de porcos. Na agricultura era cultivado o milho para o consumo das famílias e para a criação de porcos. Era cultivado também o fumo.
Depois da retirada da madeira, as terras eram aos poucos colonizadas. Da madeira que havia, somente o pinho era utilizado, o restante era queimado. A madeira nobre como o cedro era enviada à Argentina e ao Rio Grande do Sul.
As primeiras casas construídas na sede eram feitas de madeira e cobertas de tabuinhas.
Por volta de 1963, o Sr. Benno Blau, instalou uma turbina hidráulica para fornecer luz elétrica à localidade, o que fez Guarujá do Sul desenvolver rapidamente.
A religião era basicamente católica, inicialmente vinham padres de Chapecó, depois de Dionísio Cerqueira (Belgas), os quais não queriam que padres de origem alemã viessem devido a problemas de guerra. Houve muitos atritos, pois os católicos não queriam que os protestantes fossem enterrados no mesmo cemitério. Por volta de 1955, foi instalada a Paróquia de Guarujá do Sul, sendo Francisco Popp (Belga) o primeiro padre. Na parte econômica, inicialmente Guarujá do Sul dependia do comércio de São Miguel do Oeste, Dionísio Cerqueira e da Argentina, que é muito próxima.